Haas nega troca, mas analisa pilotos pagantes: “Não vamos excluir ninguém”

Após a pior temporada da história, a Haas não discute trocar pilotos, mas também não desconsiderou pagantes

A Haas tem uma das duplas de pilotos mais longevas do grid. Kevin Magnussen e Romain Grosjean formam o elenco do time desde 2017, mas são constantes alvos de críticas por conta de desempenhos fracos.

Günther Steiner, chefe do time, evita falar sobre a troca dos nomes, mesmo com o mercado de pilotos agitado nas últimas semanas, com mudanças significativas em Ferrari, McLaren e Renault.

“Eu acho que o mercado de pilotos começou cedo por conta dos movimentos do Vettel na Ferrari. Tudo começou cedo, mas agora já se acalmou. Ainda não tivemos conversas, nem começamos a pensar sobre os pilotos. Queremos voltar a correr”, disse o chefe em entrevista à revista Autosport.

Kevin Magnussen treina em Barcelona durante a pré-temporada 2020 (Foto: AFP)

Sebastian Vettel sairá da Ferrari em 2021 e será substituído por Carlos Sainz, que abriu espaço para a chegada de Daniel Ricciardo na McLaren, deixando um espaço vago na Renault para a temporada que vem.

“Tivemos tantas coisas para resolver neste período, então, a menor das minhas preocupações no momento são os pilotos, para ser sincero”, seguiu Steiner.

Apesar do início na Fórmula 1 em uma curva de evolução, a Haas sofreu uma dura queda em 2019, fechando o campeonato na 9ª posição entre os construtores.

Recentemente, Steiner também comentou sobre problemas financeiros internos, mas evitou falar sobre a chegada de pilotos pagantes.

“Ainda não discutimos isso. Não estamos debatendo pilotos, então significa que não falamos sobre os pagantes ou algo assim. Não vamos incluir ou excluir ninguém. Não foi discutido com o Sr. Haas ainda”, concluiu.

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