Hamilton torce por retorno da F1 à África do Sul para “destacar beleza da Pátria-Mãe”

Questionado sobre qual pista gostaria de ter no calendário da Fórmula 1, Lewis Hamilton não pestanejou: ele revelou que gostaria de competir na África do Sul para "destacar o quão bonita é a Pátria-Mãe"

De 1968 a 1993, o circuito de Kyalami sediou 23 corridas de Fórmula 1. Desde então, várias especulações e um próprio interesse público da categoria indicavam que a África do Sul poderia voltar a receber uma corrida. Para Lewis Hamilton, seria um ótimo cenário. Embora o calendário de 2022 já esteja confirmado e não conte com o país sul-africano, o heptacampeão não nega: adoraria correr para “destacar o quão bonita é a Pátria-Mãe”.

“O lugar que eu realmente sinto que pertence ao meu coração e que é muito importante para mim é a África do Sul. Acho que há muito interesse por aí, e seria ótimo poder destacar o quão bonita é a Pátria-mãe”, disse Hamilton, em entrevista coletiva.

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A última corrida no circuito de Kyalami foi em 1993 (Foto: Getty Images)

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Nos último anos, a F1 tem atendido os pedidos do Oriente Médio, realizando corridas sob um aporte financeiro milionário, além do objetivo de tornar a categoria mais popular também nos Estados Unidos — algo que teve uma grande ajuda da série documental da Netflix, ‘Drive to Survive’. O GP de Miami, confirmado para a temporada que vem, é um exemplo disso.

Segundo Hamilton, o país norte-americano pede por mais corridas. Com a última etapa da F1 em 2021, em Austin, recebendo mais de 400.000 fãs, o dono do carro #44 deixa claro que é preciso ter mais eventos — a própria F1 também já revelou pensar sobre possibilidades de uma terceira prova em território americano.

“O GP dos Estados Unidos é fantástico. E é um país muito grande, ter apenas uma corrida não é suficiente para realmente ser capaz de enraizar uma cultura esportiva aqui e fidelizar mais fãs”, acrescentou.

“Acho que precisamos ter pelo menos duas [corridas aqui], há ótimas cidades para se ter um GP. Vamos ter uma em Miami, que vai ser incrível, assim como em Austin, então não sei onde poderíamos ter mais uma. Mas acho muito legal ter esse tipo de continente ou mini campeonatos, acho que não é uma coisa ruim para o esporte”, concluiu.

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