Räikkönen fala sobre futuro além da F1, flerta com ralicross e descarta interesse em disputar 500 Milhas de Indianápolis

O ‘Homem de Gelo’ já teve sua experiência no automobilismo norte-americano durante o tempo em que ficou fora da F1 e disputou duas corridas de divisões da Nascar. Mas um retorno à América para correr a Indy 500 não está nos seus planos. O veterano de 38 anos mostrou mais apreço pelo ralicross: “Parece divertido”

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Vez ou outra, o futuro de Kimi Räikkönen no automobilismo é tema de discussão entre fãs, jornalistas e apaixonados pelo esporte a motor. Aos 38 anos, o ‘Homem de Gelo’ é o piloto mais velho do grid atual da F1 e tem contrato até o fim deste ano com a Ferrari, onde está desde 2014 em sua segunda passagem. Último campeão do mundo com a escuderia italiana, em 2007, Räikkönen não se vê repetindo os passos de Fernando Alonso nas 500 Milhas de Indianápolis. Sua preferência fica com o ralicross.

 
Em uma entrevista ‘pingue-pongue’ feita com fãs e veiculada pela revista britânica ‘F1 Racing’, Kimi falou sobre passado e futuro. A respeito do ano em que foi campeão do mundo, há mais de uma década, o finlandês tem mais lembranças da temporada 2007 como um todo do que do dia em que tornou-se campeão com a Ferrari no GP do Brasil, o derradeiro daquele campeonato — em que contou com a ajuda do companheiro Felipe Massa para derrotar os favoritos Fernando Alonso e Lewis Hamilton, ambos da McLaren.
 
“Faz muito tempo. Obviamente, foi um grande dia, mas não foi apenas sobre o dia, mas o ano como um todo. Tivemos alguns grandes momentos, outros não tão grandes momentos, mas no fim das contas tudo deu certo e fiquei muito feliz com isso. Mas, não sei, não pensei muito nisso. Pensar sobre isso não muda muito minha vida hoje”, respondeu, bem ao seu estilo.
Kimi Räikkönen mostra preferência pelo ralicross. E descarta disputar as 500 Milhas de Indianápolis (Foto: Ferrari)
A respeito do futuro, Räikkönen descartou voltar a fazer novamente uma temporada no Mundial de Rali, como foi em 2010, na época em que esteve fora da F1. Mas deixou aberto a possibilidade de fazer uma prova aqui e ali. Porém, o nórdico ressaltou a exigência do esporte na comparação com a F1.
 
“Poderia voltar em algumas etapas por pura diversão”, revelou o piloto, que disputou o Mundial pela equipe júnior da Citroën em 2010 e teve como melhor resultado o quinto lugar no Rali da Turquia.
 
“São duas categorias completamente diferentes [a F1 e o WRC]. Como algo puramente físico, você tem de dizer que é a F1, mas do outro lado, o rali é difícil porque você fica muito tempo guiando. Durante uma semana ‘cheia’ você pode ficar mais de 12 horas por dia no carro, checando as planilhas [de navegação]”, ponderou.
 
“Você fica tanto tempo sentado no carro, isso é cansativo. Além disso, fica pensando, fazendo anotações, então é muito mais cansativo do que esperava. Pode ser muito cedo ou tarde da noite. Você não dorme muito. Eles sempre dizem para dormir o máximo que puder, mas isso é difícil nos ralis”, salientou.
 

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Sua preferência é por um formato mais curto e dinâmico do rali, o ralicross. “Ainda não tive a chance de pilotar o carro, mas já me foi oferecido algumas vezes. Parece divertido, são parecidos com os do Mundial de Rali, mas são mais potentes. Seria legal testá-los”, disse o ‘Homem de Gelo’.

 
Por fim, Räikkönen, que já fez duas corridas em divisões da Nascar em 2011, revelou que já teve interesse em fazer as 500 Milhas de Indianápolis. Hoje, porém, ele não existe mais. “É uma corrida legal. Sim, anos atrás eu teria feito, mas agora, não”, completou.
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