Räikkönen mantém críticas após final de semana cheio de falhas da Ferrari no Japão: “Está muito estranho”

Kimi Räikkönen faz temporada decepcionante para um piloto campeão do mundo, mas muito da culpa - ao menos em sua opinião - vem da Ferrari, que não entrega carros confiáveis. O problema com Sebastian Vettel no Japão é só mais um indício disso, diz o finlandês

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Kimi Räikkönen não faz grande temporada e seu tom em entrevistas tem sido bastante crítico em relação à Ferrari. Após o GP do Japão, no último domingo (8), ele deu mais uma mostra de sua insatisfação com a equipe.

Para o fiinlandês, a quebra na vela do carro de Sebastian Vettel, por exemplo, foi "muito estranha". Vale lembrar, por exemplo, que o próprio Vettel havia afastado dúvidas sobre confiabilidade do carro na sexta-feira de treinos livres e, mesmo assim, acabou abandonando no domingo. Na Malásia, uma semana antes, Räikkönen teve problemas no motor na volta de instalação e lamentou a chance de não ser competitivo.

"Estamos muito longe do ideal, cheios de problemas técnicos. É estranho, já que aos sábados, tirando quando Sebastian teve problema na Malásia, temos ido muito bem, e aí quando largamos no domingo surgem problemas", comentou o piloto.

Kimi Räikkönen (Foto: AFP)

"Obviamente não é algo que esperamos, vem do nada. Temos que descobrir os motivos que causam isso e consertar. Mas sinto que não há muito o que possamos fazer, vem de surpresa", continuou.

O próprio Räikkönen perdeu cinco posições no grid em Suzuka por troca de câmbio, em mais um dos problemas da equipe. Na corrida, teve dificuldades logo de cara: "Tive dificuldades em decidir o que fazer após usar os pneus macios. No começo, tentei ultrapassar as Renault  e perdi o controle do carro, caí muitas posições. Até tinha uma boa velocidade, mas não foi fácil recuperar, simplesmente estávamos muito atrás."

Räikkönen aparece apenas em quinto no Mundial de Pilotos, atrás de Daniel Ricciardo, por exemplo. Nas equipes, a Ferrari vê o sonho do título quase impossível, com apenas 395 pontos, longe dos 540 da Mercedes.

HÁ ESPERANÇA?

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