Sainz explica estratégia agressiva: “Não tinha muito a perder”

Carlos Sainz igualou o seu melhor resultado na Fórmula 1. Largando de último, ele ficou na quarta posição no GP do Brasil, e explicou que o fato de ter pouco a perder ajudou na abordagem agressiva em Interlagos

Um problema elétrico fez Carlos Sainz largar da última posição no GP do Brasil, mas o que ele não esperava era igualar o melhor resultado de sua carreira, chegando na 4ª posição na maluca corrida disputada em Interlagos, neste domingo (17).

Sainz comentou sobre a prova absurda disputada em São Paulo. Para ele, o fato de ter pouco a perder pela péssima classificação ajudou na abordagem mais agressiva, e afirmou que colaborou com a estratégia montada pela McLaren.

"Eu gostaria de ter corridas mais normais, mas uma prova como hoje foi divertida, pelo menos uma vez por ano, como na Áustria. Eu sei que quando largo de último, tenho pouco a perder, então por isso fui mais agressivo", comentou Sainz em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO.

Carlos Sainz e sua 'remontada' no GP do Brasil (Foto: McLaren)

"O equilíbrio estava perfeito. Eu estava deixando todas as decisões para o time, coletando o máximo de informações e passando para eles. Foi muito bom", completou.

Na última volta, Lewis Hamilton e Alexander Albon colidiram, o que abriu uma investigação da FIA que não rendeu punição até o fechamento desta matéria. Sainz foi curto e grosso sobre a possibilidade de Hamilton ser punido e dar ao espanhol o primeiro pódio de sua carreira. "Eu não estou pensando sobre", concluiu.
 

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