Wehrlein revela ligação e lamenta por saída de Monisha. E Ericsson mostra apoio à decisão da Sauber

Apontados como pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber, Pascal Wehrlein e Marcus Ericsson mostraram reações diferentes. Enquanto o germânico lamentou a partida da dirigente, o sueco saiu em defesa da decisão do time

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Apontados como pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber, Pascal Wehrlein e Marcus Ericsson se mostraram surpresos com a saída da dirigente, mas também exibiram reações diferentes.
 
Na noite de quarta-feira (21), a Sauber colocou fim aos rumores e confirmou a saída de Kaltenborn. Os novos donos da escuderia suíça alegaram “pontos de vista divergentes” ao confirmar o desligamento.
 
De acordo com rumores, a principal divergência entre Monisha e o Longbow Finance dizia respeito ao tratamento dado aos pilotos. Os acionistas acreditam que Ericsson deve receber o papel de número um, enquanto Kaltenborn defende que a posição seja de Wehrlein.
Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein (Foto: Sauber)
Neste cenário, não chega como surpresa o apoio de Ericsson à mudança no time, embora o piloto também tenha manifestado sua surpresa com a saída repentina.
 

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“Foi tudo meio de repente, tudo aconteceu nas últimas 48 horas”, disse Ericsson. “Nós temos de confiar que os proprietários sabem o que estão fazendo e que têm um bom plano para o futuro”, seguiu.
 
O sueco, entretanto, classificou os rumores relacionados aos papeis dos pilotos como “falsos e mentirosos”.
 
“São completamente falsos e mentirosos”, garantiu. “Isso é muito desrespeitoso com cada um dos integrantes da Sauber”, disparou.
 
“Nós temos caras aqui que trabalham dia e noite, tanto aqui como na fábrica, para tentar tornar este time bem sucedido outra vez, com os dois carros e os dois pilotos”, alegou. “Para mim e Pascal, está muito claro que este não é o caso. Nós dois recebemos o mesmo equipamento e a mesma prioridade. Sempre foi assim no time e sempre será”, sublinhou.
 
Wehrlein, por sua vez, não escondeu a surpresa com a mudança. “Fiquei bem surpreso quando ouvi isso na terça-feira, então não esperava”, comentou.
 
O pupilo da Mercedes, porém, não quis tirar conclusões sobre o tema e revelou que recebeu uma ligação de Kaltenborn para avisar da mudança.
 
“Falei com a Monisha na noite de terça-feira. Ela me ligou, me falou sobre isso e, claro, fiquei realmente surpreso”, relatou. 
 
Indagado se tinha perdido um apoio importante dentro da Sauber, Pascal respondeu: “Você pode dizer isso, definitivamente. Ela me apoiou muito e vocês sabem que a nossa relação é ou foi realmente boa e será boa no futuro também”, continuou.
 
“Monisha foi muito próxima a mim em um dos momentos mais difíceis da minha carreira até aqui quando eu me machuquei, então ela me ajudou muito. Sou muito grato e isso é algo que nunca vou esquecer”, falou Pascal. 
 
Ericsson, entretanto, não recebeu uma ligação da ex-chefe. “Não falei pessoalmente com a Monisha. Ainda não sei dos detalhes ou a razão disso. Acho que vou descobrir depois. Tenho muito a agradecer Monisha. Foi ela que me deu a chance de estar aqui”.

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