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SPM se vê “mais preparada que nunca” e aposta alto em Hinchcliffe e Ericsson em abertura: “Top-3 e top-10”

A abertura da temporada 2019 da Indy ocorre no próximo domingo (10), e a Schmidt Peterson pensa alto: quer colocar os dois pilotos no top-10. E, para Sam Schmidt, o dono, o time nunca esteve tão pronto para brigar por um lugar no topo do grid por todo o ano

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
São Petersburgo recebe a primeira etapa da Indy neste final de semana, com a corrida no próximo domingo (10). E uma equipe se sente "mais preparada do que nunca" para não só a abertura da temporada 2019, mas para todo ano: a Schmidt Peterson.

Com James Hinchcliffe e Marcus Ericsson como titulares — e, claro, Robert Wickens ainda sob contrato, com vaga certa assim que tiver, novamente ,a chance de pilotar, após o acidente em Pocono —, Sam Schmidt acredita que a equipe a qual coloca disputando a temporada completa da Indy há sete anos tem sua maior chance de conquistar grandes resultados.
Sam Schmidt (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
"Posso dizer isso [que nucna estiveram tão prontos], honestamente. De equipamentos ao pessoal, ensaios de pit-stop, engenheiros, testes da pré-temporada... Nos anos anteriores, sentimos que a pré-temporada nunca havia sido suficiente para que deixássemos absolutamente pronto tudo que queríamos. Sempre havia ao menos uma área na qual você ficava desejando por mais tempo. Mas, para 2019, começamos a preparação cedo, desde o ano passado, e estamos no sentindo muito bem", explicou Schmidt ao site norte-americano 'Motorsport.com'.

Em relação ao ano passado, a equipe identificou um erro grave e espera ter corrigido: a dificuldade em pistas ovais longas — Hinchcliffe, por exemplo, foi eliminado no Bump Day das 500 Milhas de Indianápolis.

"Nossos problemas ficaram claros com o que aconteceu com James em Indy. Descobrimos que o problema com os quatro carros que colocamos na pista lá foi o mesmo: com o novo kit aerodinâmico universal, devíamos ter passado mais tempo no túnel de vento. Mas esse erro não será cometido novamente."
James Hinchcliffe (Foto: Indy)
Se na fábrica a equipe se diz confiante, esse sentimento é passado pelo chefe mais ainda quando se fala dos pilotos. A ponto de apostar alto: para ele, a corrida em São Petersburgo só será plenamente satisfatória se Ericsson terminar no top-10 e, Hinchcliffe, no top-3.

"O objetivo é sempre vencer, mas acho que essas são as metas para a primeira corrida. Hinch tem boa velocidade nessa pista, já se provou capaz anteriormente. Marcus ainda precisa pegar experiência com os pneus, precisa aprender a lutar na pista, saber para quem pode dar espaço e para quem não. Um novato passa por vários fatores em sua estreia", continuou Schmidt.
Marcus Ericsson (Foto: Chris Owens/Indy)
Para finalizar, o dono da equipe também apontou a meta para todo o ano: "Miramos estar no top-3 ou top-4 durante todo o campeonato."

"Isso depende de consistência, o que significa que temos que passar por todas as etapas sem sofrimento. É assim que você atinge todo seu potencial", completou.