Di Giannantonio vê união com Carchedi como ponto de virada: “É preciso crer no processo”
Fabio Di Giannantonio reconheceu que teve um ano de estreia ruim na MotoGP, mas avaliou que a chegada de Frankie Carchedi o ajudou a evoluir. Italiano lembrou, porém, que é um processo lento
Fabio Di Giannantonio avaliou que a chegada de Frankie Carchedi marcou um ponto de virada na performance na MotoGP. O agora piloto da VR46 reconheceu que o ano de estreia dele “foi um zero”, mas considerou que, trabalhando com o engenheiro-chefe, conseguiu evoluir passo a passo até atingir o o que classificou como um “nível incrível”.
Di Giannantonio esteve a um passo de ficar fora da MotoGP, uma vez que perdeu a vaga na Gresini para Marc Márquez. Um impressionante salto de performance — inclusive com uma vitória no GP do Catar —, porém, resultou no acerto com a VR46, para substituir Luca Marini, que partiu para a Honda.
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Di Giannantonio será o primeiro piloto a defender a equipe de Valentino Rossi sem ter feito parte da Academia de Pilotos VR46.
Indo para o terceiro ano na MotoGP, Fabio ressaltou que corre contra os melhores do mundo e, assim, precisa ser perfeito em todas as áreas.

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“MotoGP é sobre trabalho duro e tentar fazer cada pequena parte da moto e do seu estilo de pilotagem o mais perfeitamente possível”, disse Di Giannantonio. “Você está lutando contra os melhores dos melhores. Você enfrenta os melhores do mundo. Então você realmente tem de ser perfeito em todas as áreas. Mas você tem de começar por algum lugar, então leva tempo”, continuou.
“Por muitas razões, [minha temporada de estreia] foi um zero para mim. Então [em 2023] comecei de uma página em branco”, indicou.
O italiano avaliou que a chegada de Frankie Carchedi foi o ponto de virada na performance dele. O engenheiro-chefe, que foi campeão com Joan Mir, chegou à Gresini após a saída da Suzuki do campeonato.
“A chegada de Frankie me ajudou muito a entender como pilotar essa moto. Começamos a arrumar cada coisinha, passo a passo, cada mínimo detalhe”, contou. “Isso leva tempo. Não dá para passar de último a subir no pódio em duas corridas”, observou.
“Começamos a trabalhar ao longo da temporada. Se você olhar o meu crescimento, nós começamos a fazer um pequeno progresso ao longo de todo o campeonato”, apontou. “Você tem de acreditar no progresso. Às vezes, eu esperava que as coisas acontecessem antes e não acontecia. Às vezes, eu não esperava e acontecia. Então é preciso acreditar no processo. Passo a passo, chegamos a um nível incrível”, encerrou.
Com a mudança para a VR46, Di Giannantonio vai trabalhar com David Muñoz, que foi engenheiro-chefe de Valentino Rossi nos últimos anos da carreira e estava com Marini. Carchedi, por sua vez, passa a comandar a equipe de Marc Márquez, já que Santi Hernández seguiu na Honda para atuar ao lado de Joan Mir, que herdou a equipe técnica do #93.
A MotoGP volta a acelerar entre 6 e 8 de fevereiro de 2024, com os testes de pré-temporada na Malásia, no circuito de Sepang. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.
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