FIA define que treinos livres da F1 passam a valer pontos para superlicença a partir de 2020

A reunião do Conselho Mundial da FIA alterou a regra da superlicença e facilitou a vida de pilotos que participam de treinos livres com equipes da Fórmula 1. A W Series e a Euroformula também passam a contabilizar pontos a partir de 2020

A reunião do Conselho Mundial da FIA, realizado nesta sexta-feira (14) em Paris, terminou com uma mudança no sistema de superlicença. Pela primeira vez, os treinos livres da Fórmula 1 que pilotos participem vão valer pontos. A manobra tende a facilitar o acesso à licença necessária para guiar na F1 após o endurecimento dos últimos anos.

 
Atualmente, os pilotos precisam de 40 pontos na superlicença para ingressar na F1, mas podem obter uma licença apenas para treinos livres com 25 tentos – Pietro Fittipaldi e Nicholas Latifi são exemplos atuais.

A mudança define que, a partir de agora, pilotos somam 1 ponto a cada treino livre que participarem, contanto que atinjam ao menos 10k km de rodagem. O limite de treinos por ano é de dez, então um máximo de dez pontos serão contabilizados. Os pontos expiram em três anos.

Kevin Magnussen (Foto: Haas)

A novata W Series e a Euroformula também passam a contar na carteira da superlicença a partir da temporada 2020, mas a FIA ainda não informou quantos pontos estarão em jogo nas duas categorias.

 
Com as duas categorias adicionadas, a FIA especificou o que exige para que campeonatos sejam reconhecidos como tal. 
 
"Os campeonatos envolvidos devem ser compostos por um mínimo de cinco etapas, a definição de etapa sendo um mínimo de 72 horas entre o fim de uma e o começo da próxima. Como parte das obrigações, está o campeonato ser realizado em três pistas diferentes, qualquer configuração de circuito reconhecido e licenciado pela FIA deve ser considerado para tais propósitos", afirmou em comunicado.

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