Mick presta homenagem e usa capacete em alusão à estreia de Michael Schumacher na F1

Em semana de homenagens a Michael Schumacher em razão dos 30 anos da sua estreia na Fórmula 1, Mick Schumacher vai correr neste fim de semana em Spa-Francorchamps com a mesma pintura de capacete usada pelo pai no seu debute em 1991

Documentário conta com o apoio da família de Michael Schumacher (Vídeo: Netflix)

Há pouco mais de 30 anos, um jovem de 22 anos de nome Michael Schumacher fazia sua estreia na Fórmula 1. O carro era a Jordan verde, eternizada pelo patrocínio da marca de refrigerantes 7Up e empurrada pelo motor Ford. Ainda pouco conhecido do grande público, o alemão usou naquele fim de semana de debute, em Spa-Francorchamps, um capacete pintado com as cores da bandeira da Alemanha — preto, vermelho e amarelo — e detalhes em branco e o topo do casco em azul.

Três décadas depois, também com 22 anos, Mick Schumacher, filho de Michael, faz neste fim de semana seu primeiro GP da Bélgica como piloto de Fórmula 1. O piloto da Haas, que corre no seu ano de estreia no Mundial habitualmente com o capacete inspirado nas cores usadas pelo pai, mas que é pintado também com tons de verde e amarelo, além das cores da bandeira alemã, homenageou o heptacampeão mundial com o layout idêntico ao utilizado por Michael em 1991 no circuito de Spa-Francorchamps.

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Mick Schumacher homenageia o pai com o capacete alusivo à estreia do heptacampeão há 30 anos (Foto: Haas F1 Team)

Também é idêntica a inscrição M. Schumacher no seu capacete, e com a mesma fonte usada por Michael no GP da Bélgica de 30 anos atrás. As únicas diferenças, claro, estão nos decalques dos patrocinadores da Haas e de Mick Schumacher.

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Para Mick, trata-se de uma ocasião com enorme caráter emocional por ter a chance de, novamente, homenagear o pai em um circuito tão emblemático para a carreira do heptacampeão. Foi em Spa-Francorchamps, por exemplo, que Michael Schumacher venceu pela primeira vez na Fórmula 1, conquistou seu sétimo título mundial — em 2004 — e, em 2012, comemorou a marca de 300 GPs no Mundial.

Mas assim como o circuito é importante para a carreira do pai, Spa-Francorchamps representa muito para Mick Schumacher, dono de uma carreira vitoriosa nas categorias de base com títulos na Fórmula 3, em 2018, e da Fórmula 2, no ano passado.

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Detalhes nas cores são os mesmos usados por Michael Schumacher no fim de semana do GP da Bélgica de 1991 (Foto: Haas F1 Team)

“Tive corridas boas aqui. Conquistei minha primeira pole-position e minha primeira vitória em 2018 aqui com a Fórmula 3, o que virou uma série de muitas vitórias. Então, sim, é uma pista que gosto muito”, declarou.

“Gosto de voltar aqui. É perto de casa. Muitos fãs, muitas pessoas que torcem por mim há anos vêm aqui, então é um grande lugar”, destacou o filho de Michael Schumacher, que em 2017 pilotou o carro da Benetton, com o qual o pai conquistou seu primeiro título na F1, em 1994.

Mick Schumacher faz alusão à estreia do pai, há 30 anos, e presta homenagem com pintura histórica de capacete (Foto: Forix)

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Em 29 de dezembro de 2013, Schumacher pai sofreu grave acidente quando, já aposentado das pistas, curtia férias com a família na estação de esqui de Méribel, nos Alpes Franceses, sofreu uma queda e bateu com a cabeça em uma pedra. Desde então, o piloto que entrou para a história da Fórmula 1 ao quebrar recordes de títulos, vitórias, poles e pódios está em recuperação. Seu estado clínico é mantido em sigilo pela família.

No treino livre 1 do GP da Bélgica, realizado na manhã desta sexta-feira, Mick terminou em 20º com o carro da Haas. O alemão virou 1min49s059 na sua melhor passagem depois de 15 voltas completadas. O líder da sessão foi Valtteri Bottas, da Mercedes, que cravou 1min45s199.

A Fórmula 1 volta a acelerar logo mais, a partir de 10h (de Brasília, GMT-3), com o treino livre 2. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades de pista do GP da Bélgica AO VIVO e em TEMPO REAL. Siga tudo aqui.

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