Ezpeleta diz que ausência de Rossi por Covid-19 é “como se estivesse com lesão na clavícula”

O diretor-executivo da Dorna, promotora do Mundial de Motovelocidade, lamentou a situação do italiano, mas apontou que o piloto é apenas mais um do paddock e que todos estão expostos

Carmelo Ezpeleta não mostrou grandes preocupações com Valentino Rossi positivando para Covid-19. O chefão da MotoGP indicou que o italiano é uma das centenas de pessoas do paddock e que a ausência em Aragão é como se estivesse se recuperando de uma lesão.

Na última quinta-feira, através de um post em sua rede social, o multicampeão da Yamaha informou que estava com o coronavírus. O competidor de 41 anos explicou que não estava se sentindo bem, e após uma série de exames, detectou a doença.

Portanto, vai perder o GP de Aragão, neste final de semana, e deve perder também o GP de Terol, também no MotorLand, na próxima semana. Algo que não é grande preocupação para o diretor-executivo da Dorna, promotora do Mundial. “Para mim, é como se tivesse uma fratura na clavícula, apesar de esperar que doa menos e que Valentino se recupere rapidamente”, falou.

Ezpeleta estimou rápidas melhoras a Rossi (Foto: Yamaha)

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“Temos um protocolo para isso e funcionou. Testou na terça-feira e deu negativo. Depois, teve os sintomas, testou novamente e deu positivo. Espero que melhore rápido, assim pode voltar o mais rápido possível. O que não sei é quando. Fazer previsões disso é bastante complicado”, continou.

“Valentino é uma das centenas de pessoas do paddock e estamos todos expostos. A coisa importante nesta situação é não contaminar o resto do grupo e que a corrida possa acontecer. O ponto positivo é que não teve de viajar da Itália porque se auto-isolou, enquanto o resto da equipe está aqui, bem e não tem problema”, concluiu.

Do Mundial de Motovelocidade, Valentino é o segundo piloto a testar positivo para o novo coronavírus. O primeiro foi Jorge Martín, atualmente na Moto2, que teve de perder a rodada dupla em Misano até se ver curado da doença. Em Aragão, Tony Arbolino também vai ser baixa na Moto3 após viajar ao lado de um passageiro que, posteriormente, também deu positivo.

Na última semana, a Yamaha isolou seis membros da equipe após um engenheiro ser diagnosticado com o vírus. Os membros não-europeus do paddock estão ficando em Andorra para cumprir as leis imigratórias, já que os vistos de trabalho que possuem são válidos por apenas 90 dias e eles não podem voltar para casa.

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