Morbidelli sai satisfeito de Misano na volta à MotoGP: “Há 2 semanas, era incapaz de guiar”

Ítalo-brasileiro contou que teve dúvidas sobre a participação no GP de San Marino e da Riviera de Rimini após ter dificuldades no warm-up. Piloto da Yamaha voltou à MotoGP no fim de semana após três meses afastado por conta de uma lesão no joelho esquerdo

Franco Morbidelli saiu satisfeito da estreia com a Yamaha na MotoGP. Depois de três meses afastado por conta de uma lesão no joelho esquerdo, o ítalo-brasileiro voltou à ativa no GP de San Marino e da Riviera de Rimini de domingo (19) e, mesmo precisando de analgésicos, fez um balanço positivo, já que há 15 dias não conseguir guiar moto nenhuma.

O agora ex-piloto da SRT precisou passar por uma cirurgia por causa de uma lesão no menisco e no ligamento anterior cruzado do joelho esquerdo e tinha disputada a última corrida na MotoGP em 20 de junho, no GP da Alemanha.

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Franco Morbidelli (Foto: Divulgação/MotoGP)

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O retorno aconteceu em um cenário diferente, já que ele foi promovido pela Yamaha ao time de fábrica para assumir a vaga que originalmente era de Maverick Viñales. O espanhol foi dispensado após pedir para antecipar a saída do time em um ano e ser flagrado tentando danificar a YZR-M1 de propósito no GP da Estíria.

Na estreia com a nova equipe, Morbidelli recebeu a bandeirada em 18º, 36s272 atrás de Francesco Bagnaia, que venceu a corrida. No início desta semana, Franco voltará a guiar a M1 durante o teste coletivo da MotoGP em Misano.

“No fim do warm-up, não me senti confiante em participar da corrida, pois estava com dificuldades para levantar a M1 depois de só oito voltas. Como eu poderia fazer 27?”, contou Morbidelli. “Graças à adrenalina e aos analgésicos, foi possível, acima de tudo, manter um ritmo constante e me aproximar de Rossi. Estou satisfeito. Há duas semanas, eu era absolutamente incapaz de guiar uma moto, quanto mais uma MotoGP”, frisou.

O retorno às pistas, porém, permitiu que Franco conhecesse a nova moto, já que o time de fábrica tem o material mais atualizado enquanto o ítalo-brasileiro usava uma YZR-M1 de 2019 na SRT.

“Consegui continuar estudando o novo pacote técnico. Sabemos que ainda temos alguma margem para crescer, especialmente em termos de acerto. Vou tentar melhorar a minha condição física, mas sem forçar excessivamente, passo a passo”, afirmou. “Não estabeleci nenhum tipo de meta. Eu me considero um piloto prudente, me baseando em como as situações de apresentam. Se conseguir um bom resultado, vou celebrar. Do contrário, vou arregaçar as mangas esperando melhorar”, considerou.

“Neste fim de semana, o essencial era voltar aos meus antigos automatismos, algo que você corre o risco de perder no caso de uma pausa prolongada”, concluiu o piloto, que passou três meses afastado da MotoGP.

A MotoGP volta às pistas no próximo dia 3 de outubro para o GP das Américas, em Austin, no Texas. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2021.

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