Confira declarações dos pilotos após GP de Portugal 2020 de Fórmula 1

Ao final do GP de Portugal, Lewis Hamilton celebrou seu recorde de vitórias, enquanto os rivais fizeram análises de seus variados desempenhos. Tudo que foi comentado, o GRANDE PRÊMIO traz aqui

As declarações dos pilotos ao final do GP de Portugal de F1, disputado neste domingo (25), são bem variadas: há quem comemore muito, como o recordista de vitórias Lewis Hamilton, ou Pierre Gasly e outro top-5 com a AlphaTauri. Mas há, também, quem reclame do resultado, do carro ou da aderência dos pneus em Portimão.

O GRANDE PRÊMIO traz tudo isso neste compilado, dando voz aos 20 pilotos que disputaram a primeira corrida da F1 em Portugal em 24 anos.

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F1; FÓRMULA 1; GP DE PORTUGAL;
Portimão foi palco de uma primeira volta incrível neste domingo (Foto: Pirelli)
Confira as declarações:

Lewis Hamilton, primeiro: Reescrevendo a história: Hamilton alcança 92 vitórias, recorde cuja “ficha vai demorar a cair”

Valtteri Bottas, segundo: Bottas fica sem explicações para queda de ritmo em Portugal: “Não pude ser mais rápido”

Max Verstappen, terceiro: Verstappen culpa Pérez por toque e diz que terminou “onde merecia” em Portugal

Max Verstappen largou em terceiro e terminou em terceiro Portimão (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

Charles Leclerc, quarto: 4° em Portugal, Leclerc aplaude atualizações e sente Ferrari confiante em reação

Pierre Gasly, quinto: 5°, Gasly vende peixe para voltar à Red Bull: “Sou quem mais pontuou pela AlphaTauri”

Carlos Sainz, sexto: Sainz diz que sexto lugar no GP de Portugal “tem gosto ruim” após liderar corrida

Sergio Pérez, sétimo: Pérez se vê inocente em batida e lamenta desgaste dos pneus: “Faltava informação”

Esteban Ocon, oitavo: “Foi uma boa corrida para mim. O começo com pneus médios foi difícil, mas mantive a calma e junto à equipe lidamos bem com isso e fizemos com que seguíssemos competitivos por toda a prova. Completei 53 voltas com os médios! Eles duraram muito e meu ritmo esteve forte, mesmo no final. Tivemos que controlar bem a aderência. Ao final, acho que fizemos um bom trabalho em colocar os dois carros no top-10.”

F1; FÓRMULA 1; GP DE PORTUGAL; SERGIO PÉREZ; ESTEBAN OCON;
Sergio Pérez e Esteban Ocon travaram um dos grandes embates do GP de Portugal (Foto: F1/Reprodução)

Daniel Ricciardo, nono: “Foi um começo maluco e ganhamos algumas posições, chegando ao oitavo lugar. Assim que tudo se normalizou, sofremos com a aderência dos pneus macios, então paramos cedo. Colocamos os médios para uma permanência longa na pista, então tive de controlar bem. Nunca acertei bem a questão dos pneus, então não pude forçar muito. Oitavo e nono lugares para a equipe não é algo ruim, então acho que saímos contentes.”

Sebastian Vettel, 10°: Vettel sugere favorecimento a Leclerc na Ferrari: “Não sou um completo idiota”

Kimi Räikkönen, 11°: “Tivemos boas voltas no começo, me coloquei em boa posição e passei um monte de carros, mas não importou ao final, já que não deu em nada. Fizemos o que podíamos, mas infelizmente não havia como segurar Vettel no final. O ritmo de corrida não foi ruim, mas quando você larga onde larguei, não é fácil avançar. O carro estava bom, mas ainda falta algo para pontuarmos no momento.”

Alexander Albon, 12°: Após mais um dia ruim, Albon diz que GP de Portugal “vai ser fácil de pôr no passado”

Lando Norris não pontuou em Portimão (Foto: Beto Issa)

Lando Norris, 13°: “Comecei bem, como Carlos [Sainz]. Arriscamos muito na primeira volta e deu certo. Ele em primeiro, eu em quarto, e tudo parecia bem, mas começamos a sofrer com os pneus macios. Aí dei azar com Stroll, não sei o que ele estava pensando, e isso nos causou danos na asa dianteira. Tive de parar, trocar a asa e isso me jogou para o fundo do grid. Então, uma corrida dura que não foi do jeito que gostaríamos, mas largamos bem, tínhamos bom ritmo e éramos mais velozes que nossos rivais próximos antes do incidente. Vamos continuar a dar tudo em Ímola.”

George Russell, 14°: “Foi uma boa corrida, o carro esteve bom e o ritmo foi forte. Tive alguns momentos bons, como quando tentei ultrapassar Ocon e Albon, e outro com Giovinazzi ao final da corrida. Uma pena que sempre que conquistamos um bom resultado a corrida não é caótica na nossa frente, e hoje de novo, só um abandono… Os pontos virão, mas há muita coisa positiva a se tirar de hoje, o carro estava rápido e tive boas batalhas.”

Antonio Giovinazzi, 15°: “Foi uma corrida longa, mais difícil ainda pelo rádio não funcionar após a primeira volta. Não tinha comunicação com a equipe e, ao final, foi só levar até a bandeirada, o que conseguimos. O vento não ajudou, as rajadas tornaram o carro inconsistente em toda curva e foi difícil pegar um bom ritmo. Espero que isso mude em Ímola, uma pista em que nosso carro encaixa melhor.”

Antonio Giovinazzi ficou na 15ª posição em Portimão (Foto: Beto Issa)

Romain Grosjean, 16°: “As primeiras voltas foram escorregadias e divertidas. Dei um jeito de passar por isso e ainda fiz algumas tentativas de ultrapassagens. Infelizmente, o ritmo não era suficiente. Sofremos nas retas, então não pude passar ninguém. Fizemos o melhor possível e tiramos o máximo do carro, é o que dá para esperar.”

Kevin Magnussen, 17°: “Começamos com pneus duros para termos a certeza de que seríamos os últimos a ir para os boxes. Torcemos pela chuva, pela sorte, um safety-car, bandeira vermelha, safety-car virtual – qualquer coisa assim. Precisávamos disso, já que eu apostei em ficar mais na pista. Foi uma aposta, mas com a corrida normal não tínhamos chance de pontos. Tentamos. Dito isso, ainda bati alguns com estratégias convencionais. Foi o melhor que dava, acho.”

Nicholas Latifi, 18°: “Foi uma corrida difícil. Choveu um pouco, o vento estava forte, nosso carro sofre com essas condições. No começo o ritmo parecia próximo dos rivais, mas depois foi caindo volta a volta. Depois de um resultado ruim, você quer voltar aos trilhos rapidamente, então, espero me recuperar em Ímola.”

Nicholas Latifi (Foto: Williams)

Daniil Kvyat, 19°: “Foi uma corrida ruim, não havia muito o que fazer após a primeira volta, já que fiquei em uma má posição. Foi bem difícil, algo estava errado com os pneus, como se eles não aquecessem o suficiente, e sofri com a aderência nas primeiras voltas. O vento também não ajudou, mas é normal, nessas condições é sempre difícil. Às vezes você tem boas corridas, às vezes ruins, e essa foi ruim para mim. Vamos analisar e ver o que aconteceu com a questão dos pneus para voltarmos mais fortes.”

Lance Stroll, NC: “Uma pena ter encostado o carro, porque nosso ritmo era forte e fizemos um bom progresso antes da primeira parada para lutar por bons pontos. Foi estranho o que aconteceu com Lando [Norris]. Eu estava esperando para ver se ele iria pela direita ou pela esquerda, mas ele ficou no meio da pista na curva 1. Isso me deu um segundo para decidir o que fazer e eu escolhi ir por fora, passando pela zebra. Quando virei para dentro, senti que estava na frente, mas não havia espaço para dois carros. Depois da batida, o carro sofreu danos e não deu para continuar, por isso abandonei. Deixando o resultado de lado, realmente curti este circuito e adoraria vê-lo no calendário da F1 no futuro. Hoje foi um dia para esquecer, então, passo meu foco para Ímola.

A próxima etapa da temporada 2020 da Fórmula 1 acontece já no próximo domingo, o GP da Emília-Romanha, que marca o regresso de Ímola ao calendário depois de 14 anos.

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